quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Vampiros de energias


Todos nós os conhecemos, sabemos como são, como se vestem, como agem e seus propósitos: sugar o sangue de suas vítimas, pois só assim sobrevivem. Esses são os vampiros dos filmes, seres errantes de capa preta e grandes dentes, ávidos por sangue, que andam pelas sombras em busca de suas vítimas.
Mas existe um tipo de vampiro que convivemos diariamente - os vampiros de energia. Eles podem ser nosso irmão, marido ou esposa, empregado, amigo, vizinho, gerente do banco, ou seja, qualquer um do nosso convívio. Eles roubam energia vital, comum no universo, mas que eles não conseguem receber.
Mas, afinal, por que estas pessoas sugam nossa energia?

Bem, em primeiro lugar a maioria dos vampiros de energia atua inconscientemente, sugando a energia sem saber o que estão fazendo. Isso acontece porque elas não conseguem absorver as energias das fontes naturais e ficam desequilibradas energeticamente.

Quando essas pessoas bloqueiam o recebimento destas energias naturais (ou vitais), precisam encontrar outras fontes mais próximas, que nada mais são do que as pessoas ao redor. Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro da vida, quando nos encontramos em um estado de desequilíbrio, acabamos nos tornando vampiros da energia alheia
Como identificar e combater essas pessoas?

1. Vampiro cobrador: cobra sempre, de tudo e todos. Quando nos encontramos com ele, já vem cobrando o porquê não lhe telefonamos ou visitamos. Se você vestir a carapuça e se sentir culpado, abrirá as portas. O melhor é usar de sua própria arma, cobrando de volta e perguntando por que ele não liga ou aparece. Deixe-o confuso, sem tempo para retrucar e se retire rapidamente.

2. Vampiro crítico: crítica tudo e todos, e o pior que é só critica negativamente. Vê a vida somente pelo lado sombrio. A maledicência tende a criar na vítima um estado de alma escuro e pesado, que abrirá seu sistema para que a energia seja sugada. Diga 'não' à suas críticas e nunca concorde com ele. A vida não é tão negra assim. O melhor é cair fora e cortar o contato.

3. Vampiro adulador: o famoso puxa-saco. Adula o ego da vítima, cobrindo-a de elogios falsos, tentando seduzi-la. Muito cuidado para não dar ouvidos ao adulador, pois ele espera que o orgulho da vítima abra as portas da aura para sugar a energia.

4. Vampiro reclamador: reclama de tudo e de todos. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. O mais engraçado é que nem sempre dispõe de argumentos sólidos e válidos para justificar seus protestos. A melhor tática é deixá-lo falando sozinho.

5. Vampiro inquiridor: sua língua é uma metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para que a vítima responda. Na verdade ele não quer respostas, mas sim desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo de pensamentos. Para sair de suas garras, não se ocupe à procura de respostas. Reaja fazendo-lhe uma pergunta bem pessoal, contundente e procure se afastar assim que possível.

6. Vampiro lamentoso: são os lamentadores profissionais, que anos a fio choram suas desgraças. Para sugar a energia da vítima, ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz de tudo para despertar pena. É sempre o coitado, a vítima. Corte suas lamentações dizendo que não gosta de queixas, pois elas não resolvem situação alguma.

7. Vampiro pegajoso: investe contra as portas da sensualidade e sexualidade da vítima. Parece um polvo querendo envolver a pessoa com seus tentáculos. Ele suga a energia seduzindo ou provocando náuseas e repulsa. Nos dois casos você estará desestabilizado e vulnerável. Invente uma desculpa e fuja rapidamente.

8. Vampiro grilo-falante: a porta de entrada que ele quer arrombar é o seu ouvido. Pode falar durante horas, e enquanto mantém a atenção da vítima ocupada, suga sua energia vital. Para livrar-se invente uma desculpa, levante-se e vá embora.

9. Vampiro hipocondríaco: cada dia aparece com uma doença nova. É desse jeito que chama a atenção dos outros, despertando preocupação e cuidados. Enquanto descreve os pormenores de seus males e conta seus infindáveis sofrimentos, rouba a energia do ouvinte, que depois sente-se péssimo.

10. Vampiro encrenqueiro: para ele o mundo é um campo de batalha onde as coisas só são resolvidas na base do tapa. Quer que a vítima compre sua briga, provocando nela um estado raivoso, irado e agressivo. Esse é um dos métodos mais eficientes para desestabilizar a vítima e roubar-lhe a energia. Não dê campo para a agressividade, procure manter a calma e corte laços com este vampiro.

Bem, agora que você já conhece como agem os vampiros de energia, livre-se deles o mais rápido possível. Mas, não esqueça de verificar se você, sem querer é obvio, não faz parte dessa lista...

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Três maneiras fáceis de incentivar a inovação na sua empresa.


Quais são maneiras fáceis de incentivar a inovação na empresa? Respondido por Lourenço Bustani, especialista em inovação.

É muito mais fácil conceber uma empresa inovadora quando tudo está funcionando junto. É nesse espírito de troca que nascem as ideias e se fundem os desejos em comum. Há muitos caminhos para isso. Confira abaixo três maneiras fáceis de incentivar a inovação.

1. Quebre barreiras O rompimento das estruturas hierárquicas e a abolição dos protocolos de comando e controle são um bom começo para estimular o novo. Cada um podendo fazer a diferença para melhor, e do seu jeito, sem receio.
Abolindo essas estruturas engessadas, a inteligência estará distribuída de forma natural por todas as áreas, cargos e títulos. A empresa vai pulsar como um organismo só.

2. Estimule a contração de profissionais diferentes
É ideal também que haja uma maior valorização da diversidade. Quanto mais multidisciplinar e multicultural for a empresa, mais ricos serão os seus resultados. Como fazer disso um valor? Estimulando diálogos ativos entre todos os envolvidos, de colaboradores, fornecedores e parceiros a especialistas. O core de uma empresa é sempre o seu material humano.

3. Presenteie Dar uma recompensa pelas ideias inovadoras, mesmo que fracassadas, é outra dica. Dessa maneira, a ideia de amanhã será sempre diferente.

sábado, 13 de outubro de 2012

Para checar o pulso pela seu smartphone (câmera): Instant Heart e Cardiio .


Saber sua frequência cardíaca pode ajudar a se manter na zona correta para queimar gordura. Além disso, seu pulso em repouso é um bom parâmetro para acompanhar seu progresso nos exercícios ou saber seu estado geral de saúde. Nem todo mundo pode comprar um monitor cardíaco sofisticado, mas dá para usar uma coisa que já está aí no seu smartphone: a câmera. A cada batida do coração, nossa pele muda de cor discretamente, mas essa variação é suficiente para ser detectada por uma câmera de celular. Parece mágica, parece mentira, mas não é, funciona de verdade. Instant Heart Rate é gratuito para Android; para iOS, o Cardiio custa 5 dólares.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Reatar relacionamento pode não ser boa opção, diz pesquisa!


São Paulo - Sabe quando vem aquela vontade de reatar um relacionamento. Pois é, não caia nessa. É provável que você tenha passado por uma dessas e saiba que a chance de dar certo não é das maiores. Mas agora veio a comprovação científica. Essa é a constatação da pesquisadora Amber Vennum, da Kansas State University, dos Estados Unidos.

Segundo as explicações dela, os casais que partem para uma segunda chance sofrem de ansiedade. Decisões que demoraram anos e não foram tomadas - morar junto, por exemplo - acabam sendo "banalizadas", digamos assim.

O problema vale também para aqueles casais que viveram no eterno vai e volta sentimental. De acordo com o levantamento, eles apresentaram maiores problemas de comunicação, se mostraram mais inseguros e insatisfeitos com os parceiros.

Para Amber, grande parte dos casais decide tentar a reconciliação por acreditar na mudança do parceiro. Tudo ilusão. Mesmo nos casos em que a volta resultou em casamento, o relacionamento continua balançando por conta do término.

Os casados pós-rompimento se mostram incertos, menos felizes e com grande propensão a brigar, podendo se separar já nos três primeiros meses de aliança na mão. E aí, vai arriscar mesmo sabendo que o risco de se dar mal novamente é grande?